Quinta-feira, Julho 09, 2009

Tudo tem limite

Era só o que faltava! A Ryan Air, companhia aérea low-cost cujos serviços eu já usei e aprovei, lançou na internet uma enquete pra saber se os clientes topariam fazer viagens curtas em pé em troca de bilhetes mais em conta.
Ah, não! Chinelagem tem limite!

Criatividade salva o mundo!

Uma guria indiana começou em maio um projeto muito legal. É o Uniform Project: durante um ano, ela usará o mesmo vestidinho preto, mudando apenas os acessórios. Ela quer provar um jeito de fazer moda sustentável, evitando gastar fortunas em várias roupas.
Na real, são sete vestidos idênticos - afinal, tem que lavar e secar! - mas que ela usa pra compor looks muito diferentes entre si. Uma das vantagens da peça é que pode-se usá-la com o abotoamento pra frente ou pra trás, criando já aí uma variação. Também dá pra vesti-lo aberto, como um casaco.
No site, é possível doar acessórios pro projeto ou grana para uma instituição que trabalha com educação na Índia - o valor arrecadado servirá pra bancar uniformes e outros gastos que a entidade tem com as crianças.

Legal, não?
Aliás, dá uma olhada aí no que a garota vestiu em 15 de junho:

Sábado, Março 14, 2009

Desfile na telona

Patricia Field, a figurinista de "Sex and the City" e "O Diabo Veste Prada", mostra suas escolhas fashion em mais um filme. "Delírios de Consumo de Becky Bloom" parece ser mais um megadesfile do que um roteiro, mas, enfim... Quem sabe valha mais a pena assisti-lo sem som nem legendas?! (risos)

Domingo, Janeiro 18, 2009

Da série "eu também quero"

No sábado, a Luana Piovani foi flagrada no Leblon com este biquini aí. Eu também quero um! Onde será que eu consigo?


Em tempo: ai, que saudades do Rio...

Sexta-feira, Janeiro 16, 2009

Desliga este telefone, menina!

Não sei se é tática pra afastar os fãs ou compulsão mesmo, mas o fato é que a Sabrina Sato não para de falar ao celular um só minuto. Foi assim durante o tempo em que compartilhamos a espera por um voo no Galeão, no ano passado, e hoje numa praia, devidamente flagrada por algum paparazzo.
Tá, mas que o biquini vintage dela é o máximo, isso é!

Terça-feira, Novembro 18, 2008

Praia é tudo de bom

Acabei de ler o ranking de praias que a Viagem & Turismo publica na edição deste mês. Das 10 praias brasileiras listadas entre as melhores do mundo, conheço sete. Nada mal, não? Das 10 no Exterior, em compensação, fico no zero.
Faz sentido. Pra mim, parece que praia é coisa de curtir por aqui mesmo. No Exterior, os interesses são outros. Lembro de quando cheguei a Barcelona, para uma temporada de estudos de sete meses. Era agosto, e eu sabia que a chance de curtir o verão era cair na areia logo nas primeiras semanas.
Não adiantou de nada. Com tudo aquilo por conhecer - as obras do Gaudì, as ruas do charmosérrimo Eixample, a Champañería (que, afinal, ficou só para a segunda temporada na cidade), as universidades, os cursos... -, eu mal e mal via o mar. As famosinhas Sitges e Castell de Fells, ficaram pra beeem depois, quando calça e manga longa já eram necessárias.
Mas não me arrependo, não. Praia mesmo é coisa de Brasil.

Pra quem ficou curioso, as top 10 da V&T são:

BRASIL
Porto de Galinhas
Jericoacoara
Bombinhas
Copacabacana
Pipa
Joaquina
Canoa Quebrada
Baía do Sancho
Ipanema
Gunga

EXTERIOR
Cancún
Miami
Taiti
Ibiza
Havaí
Aruba
Punta del Este
St. Martin/St. Marteen
Punta Cana
Acapulco

*

Só não vale me levar ao pé da letra: é claro que um dia quero conhecer essas praias lindas do Exterior!

Quarta-feira, Novembro 12, 2008

Amo verão!

Sempre celebro a chegada do verão. Todo ano é a mesma coisa. Na real, a temporada nem começou de fato (ainda mais aqui na Serra), as noites ainda são frias e tudo mais, mas já estou no espírito do verão. Melhor ainda que já deu pra ver qual será a vibe dos meses de calor. E eu estou adorando.

No Rio Summer, que terminou no sábado com a crítica de que foi pra gringo ver, já identifiquei algumas tendências bacanas. Vestidos curtos - muitos e de todo jeito. Curti a versão do Carlos Miele, desfilada no Forte de Copacabana, com fuxicos na barra (e no azul que está super valorizado) e os babadinhos mil da Cris Barros (viram que eles enfeitam desde opções para as festas de fim de ano, como o azul e o clarinho, até um comportado listrado pra trabalhar?). Também me conquistaram o branco total proposto pela Totem (ai, tenho uma queda por vestidos brancos, com mais freqüência os curtos) e biquinis, biquinis, biquinis! Ainda não saí às compras pelos meus.






Ah, falam ainda em renda (amei!) e muuuuitos acessórios. Não será um verão lindo?

Segunda-feira, Novembro 10, 2008

Sex and the City

Haverá uma seqüência?

Jornalista de moda criator

Esta circula pela internet há um tempinho. Bobagem das mais engraçadinhas, na minha opinião.

COMO SE TORNAR UM JORNALISTA DE MODA
Cansado de ser apenas um rostinho esquisito no mundo fashion? Triste por não ter uma profissão definida? Cansado de ser assistente de produção de editorial de moda da Iesa Rodrigues para o Jornal do Brasil?
Seus problemas estão parcialmente resolvidos. Saiba aqui e agora como se tornar um jornalista de moda em apenas uma hora. Ainda dá tempo de cobrir a semana de moda para algum site. Vai!
No início, era apenas Cristina Franco e Regina Guerreiro. No sétimo dia da semana de moda, elas descansaram e Deus, então, criou outras jornalistas de moda. Hoje elas estão por toda parte, principalmente fora das redações - já que sempre tem um almoço ou um happy hour de assessoria de imprensa em algum lugar. Veja bem, qualquer pessoa física pode ser um jornalista de moda, ao contrário do que pensa o pessoal do suplemento de TV.
1. Passe um tempo fora, de três a seis meses - que é o tempo de validade do seu visto de turista - e volte dizendo que fez cursos profissionalizantes na área. Invente um nome para o curso, tipo "fashion targets" ou "fashion label control". O importante é ter a palavra fashion.
2. Para qualquer evento, faça chuva ou faça escova, não deixe de usar óculos escuros grandes. Se perguntarem, diga sempre que é um vintage de alguma marca que voltou com tudo (Balenciaga funciona muito bem) ou que pertenceu a sua avó. Ninguém precisa saber que a ela, na verdade, é uma senhorinha pacata que mora em Viçosa e que de vintage mesmo só tem o nome: Dona Hermenegilda.
3. Não pense no que vai escrever, pense no que vai usar. Texto não é o seu forte e jabá é seu ponto fraco.
4. Para sua matéria sobre as coleções, use termos-chave como flerte da estação, vedete da temporada e comprimentos vaporosos. Adicione algumas frases dos releases, coloque algumas palavras em inglês e pronto! O resultado é quase uma música tribalista, mas não se preocupe: ninguém vai ler.
5. Suas roupas precisam ser estranhas, você é uma pessoa-tendência e super entende o que rola na Escola Belga.
6. Ah, recuse imitações e não tente usar peças falsificadas. É falta grave, afinal se você usa uma peça genérica é porque dá, sim, valor às marcas e só não usa porque é dura e ainda não terminou de pagar a prestação de seu Ford Fiesta sem opcionais de fábrica.
7. Se estiver no Rio, dê o sangue para ir a uma das festas de Lenny Niemeyer. Ao entrar, diga olá para a anfitriã, aproveite a meia-luz para que ela te confunda com qualquer outro jornalista de moda. Em época de desfiles, vale passar por imprensa internacional ou, no caso de você ser homem, namorado de algum designer de passagem pelo Rio. Em São Paulo, use preto e roupas com zíper e velcro, faça cara de tédio, faça o íntimo de algum travesti fashion icon, não fale com ninguém, não coma nada, nem ninguém. Se tiver música na pista, invente uma dança solta e faça passos estranhos. Aquela travesti que você ficou amigo na primeira hora vai te imitar. Assim nascerá uma nova tendência.
8. Não precisa de muito mais, basta ter o segundo grau completo, o terceiro em exercício - matrícula trancada também vale - e boa caligrafia. Atenção: curso de datilografia e noções básicas de inglês não contam. Nem espanhol intermediário.